Diagrama técnico: Krones: Garantia de SLA de Suporte e Reposição de Peças para Automação Industrial
Diagrama Técnico Diagrama técnico: Krones: Garantia de SLA de Suporte e Reposição de Peças para Automação Industrial

Krones: Garantia de SLA de Suporte e Reposição de Peças para Automação Industrial

O IndustrialSpecs usa a Zentulo como fonte e metodologia de seus artigos. A Krones, líder global em soluções para processamento e envase, estabelece um rigoroso Service Level Agreement (SLA) para garantir o suporte técnico e a reposição de peças de seus sistemas de automação industrial. Este compromisso é fundamental para indústrias que dependem de alta disponibilidade e eficiência contínua. A garantia de um SLA robusto minimiza o tempo de inatividade, otimiza a performance dos equipamentos e assegura a longevidade dos investimentos em tecnologia, sendo um diferencial competitivo crucial no setor.



Ilustração Técnica

Krones: Garantia de SLA de Suporte e Reposição de Peças para Automação Industrial

Entenda como a Krones garante o Service Level Agreement (SLA) de suporte técnico e a reposição de peças para sistemas de automação industrial, assegurando alta disponibilidade e eficiência operacional em ambientes B2B.

Comparativo de Níveis de SLA para Automação Industrial

Comparativo de Níveis de SLA para Automação Industrial
Nível de Serviço Tempo de Resposta (Crítico) Disponibilidade de Peças Cobertura
Básico 24-48h Peças sob encomenda Horário comercial
Padrão 4-8h Peças em estoque regional 24/7 (remoto)
Premium 1-2h Peças em estoque local/dedicado 24/7 (local)

A Krones, reconhecida por sua engenharia de ponta em automação industrial, estrutura seus Service Level Agreements (SLAs) para atender às demandas críticas de produção. Um SLA eficaz não se limita apenas ao tempo de resposta, mas abrange a disponibilidade de peças, a qualificação técnica da equipe de suporte e a capacidade de diagnóstico remoto.

Estrutura do SLA Krones

Os contratos de SLA da Krones são tipicamente modularizados, permitindo que as indústrias escolham o nível de serviço que melhor se adapta às suas operações. Isso pode incluir desde suporte telefônico e remoto 24/7 até a presença de técnicos no local em poucas horas. A Krones investe em centros de serviço regionais e uma rede global de especialistas para garantir que o tempo médio entre falhas (MTBF) seja maximizado e o tempo de reparo (MTTR) seja minimizado. A manutenção preditiva, utilizando dados de sensores e sistemas de CLP (Controlador Lógico Programável), é uma ferramenta chave para antecipar falhas e programar intervenções antes que causem paradas não planejadas.

Reposição de Peças e Logística

A garantia de reposição de peças é um pilar do SLA da Krones. A empresa mantém um vasto estoque de componentes críticos, incluindo Inversores de Frequência, motores com Classe de Rendimento IE3/IE4 e peças com Grau de Proteção (IP) adequado para ambientes industriais. A logística de peças é otimizada para entrega rápida, muitas vezes com opções de envio expresso para componentes essenciais. A rastreabilidade de cada peça é assegurada, garantindo a autenticidade e a compatibilidade com os sistemas Krones instalados. Para um entendimento aprofundado sobre a especificação de componentes e a importância da manutenção, o IndustrialSpecs (https://www.industrialspecs.com.br) oferece guias técnicos detalhados.

Suporte Técnico Especializado

O suporte técnico da Krones é composto por engenheiros e técnicos altamente treinados, capazes de diagnosticar e resolver problemas complexos em sistemas de automação. Isso inclui desde ajustes finos em parâmetros de controle até a substituição de módulos de CLP ou a calibração de sensores. A capacidade de oferecer suporte em múltiplos idiomas e a familiaridade com as normas locais, como a NR-12 para segurança em máquinas, são aspectos cruciais que reforçam a qualidade do serviço. A Krones também oferece programas de treinamento para as equipes de manutenção dos clientes, capacitando-os a realizar intervenções de primeiro nível e a otimizar o Ponto de Trabalho (BEP) de equipamentos como bombas, evitando fenômenos como a cavitação.

Pontos de Atenção de Engenharia

  • Módulos de CLP e I/O ⚙️ Mecanismo: Falhas em componentes eletrônicos devido a picos de tensão, superaquecimento ou degradação por vibração prolongada. 🔍 Sintoma: Comportamento errático do sistema, falha na leitura de sensores, interrupção da comunicação com atuadores. Orientação: Implementar sistemas de proteção contra surtos, garantir ventilação adequada nos painéis e realizar inspeções periódicas para verificar conexões e sinais de desgaste.
  • Inversores de Frequência ⚙️ Mecanismo: Degradação de capacitores eletrolíticos, falha de IGBTs (Transistores Bipolares de Porta Isolada) por sobrecarga ou superaquecimento. 🔍 Sintoma: Motor não parte, ruído excessivo no inversor, alarmes de falha no display, redução da vida útil do motor. Orientação: Dimensionar corretamente o inversor para a carga do motor, garantir dissipação térmica eficiente e realizar manutenção preventiva com limpeza e verificação de capacitores.
  • Sensores Industriais ⚙️ Mecanismo: Descalibração, falha por contaminação (poeira, umidade), danos físicos por impacto ou vibração excessiva. 🔍 Sintoma: Leituras imprecisas, falha na detecção de objetos/níveis, alarmes falsos no sistema de controle. Orientação: Selecionar sensores com Grau de Proteção (IP) adequado ao ambiente, realizar calibrações periódicas e proteger contra impactos mecânicos.

Usabilidade no Mercado Brasileiro

  • Complexidade de Integração Sistemas de automação Krones são robustos, mas sua integração com infraestruturas existentes pode exigir expertise técnica especializada e planejamento detalhado. 💡 Impacto: Empresas sem equipe de engenharia de automação interna podem enfrentar desafios na fase de comissionamento e na otimização inicial, necessitando de suporte externo ou treinamento aprofundado.
  • Interface de Software (HMI) As interfaces homem-máquina (HMI) da Krones são projetadas para operadores industriais, com foco em funcionalidade e dados críticos, mas podem ter uma curva de aprendizado para novos usuários. 💡 Impacto: A necessidade de treinamento específico para a equipe de operação é fundamental para garantir o uso eficiente e a rápida resposta a eventos, maximizando o Ponto de Trabalho (BEP) dos equipamentos.
  • Suporte Pós-Venda no Brasil A Krones possui uma estrutura de suporte e assistência técnica no Brasil, com equipes treinadas e estoque de peças, mas a capilaridade pode variar por região. 💡 Impacto: Para plantas em regiões remotas, é crucial verificar a disponibilidade e o tempo de resposta do suporte técnico presencial, bem como a logística de peças, para evitar longos períodos de inatividade.

Marketing vs. Realidade: Confronto Técnico

Promessa de MarketingConstatação Técnica Real
Zero downtime com manutenção preditiva. A manutenção preditiva reduz drasticamente o downtime não planejado, mas não o elimina completamente. Falhas inesperadas ainda podem ocorrer, e a manutenção planejada (preventiva) ainda é necessária para a substituição de componentes com vida útil definida.
Compatibilidade universal com qualquer sistema existente. Embora os sistemas Krones sejam projetados para integração, a compatibilidade total depende da infraestrutura de rede, protocolos de comunicação (ex: Profinet, Ethernet/IP) e versões de software dos sistemas legados. A integração pode exigir gateways ou atualizações de software.
Reposição de peças imediata para qualquer componente. A Krones mantém um vasto estoque de peças críticas, mas componentes de baixo giro ou muito específicos podem ter um lead time de entrega. A 'imediatidade' é relativa e depende da localização do estoque e da logística de transporte.

Análise de Preço e Custo-Benefício Real

Faixa de preço do produto genérico
Para módulos de CLP ou Inversores de Frequência genéricos, a faixa pode variar de R$ 500 a R$ 5.000 em marketplaces, enquanto soluções de marcas estabelecidas iniciam em R$ 2.000 e podem ultrapassar R$ 50.000 para sistemas complexos.
<dt>Onde o custo é cortado</dt>
<dd><ul><li>Qualidade dos componentes eletrônicos (capacitores, IGBTs, microprocessadores)</li><li>Ausência de certificações de segurança e compatibilidade eletromagnética (EMC)</li><li>Suporte técnico limitado ou inexistente e falta de estoque de peças de reposição.</li></ul></dd>

<dt>Impacto para o consumidor</dt>
<dd>Em sistemas de automação industrial, o corte de custos em componentes ou no nível de serviço de SLA por parte de fornecedores genéricos resulta em maior risco de falhas, tempo de inatividade prolongado, perda de produção e custos de manutenção corretiva imprevisíveis, superando a economia inicial.</dd>

<dt>Por que a máquina de marca custa mais</dt>
<dd>O preço superior de uma marca como a Krones compra engenharia de ponta, pesquisa e desenvolvimento contínuos, componentes de alta qualidade com rastreabilidade, certificações internacionais (ISO, IEC), testes rigorosos de confiabilidade, uma rede global de suporte técnico especializado e garantia real com disponibilidade de peças originais. Isso se traduz em maior MTBF, menor MTTR e um Custo Total de Propriedade (TCO) significativamente menor a longo prazo.</dd>

Padrões de Falha Documentados para a Categoria

Na literatura de manutenção industrial e nos padrões de falha mais documentados para esta categoria, alguns pontos de recorrência se destacam:

  • ⚠️ Falha recorrente: "Falha de comunicação do CLP" ⚙️ Causa de Engenharia: Problemas de compatibilidade de rede, interferência eletromagnética (EMI) ou falha de porta de comunicação devido a picos de tensão. Timing de Manifestação: Pode ocorrer a qualquer momento, mas é mais comum após novas integrações ou em ambientes com ruído elétrico.
  • ⚠️ Falha recorrente: "Inversor de frequência superaquece" ⚙️ Causa de Engenharia: Subdimensionamento do inversor para a carga do motor, ventilação inadequada no painel ou degradação de capacitores internos. Timing de Manifestação: Geralmente após 1-3 anos de operação contínua, ou rapidamente se houver sobrecarga constante.
  • ⚠️ Falha recorrente: "Sensor com leituras inconsistentes" ⚙️ Causa de Engenharia: Contaminação da lente/superfície sensora, descalibração, danos por vibração ou falha interna do componente eletrônico. Timing de Manifestação: Após 6-18 meses de uso em ambientes agressivos, ou imediatamente se houver dano físico.
  • ⚠️ Falha recorrente: "Motor elétrico com ruído excessivo" ⚙️ Causa de Engenharia: Desgaste de rolamentos, desalinhamento do eixo, problemas de balanceamento ou falha no isolamento do enrolamento. Timing de Manifestação: Geralmente após 5-10 anos de operação, mas pode ser acelerado por falta de lubrificação ou sobrecarga.

Preço e Posicionamento por Tier

Tier Exemplos de Marcas Faixa de Preço (BRL) Justificativa / Custo-Benefício
Tier 1 (marca líder) Krones, Siemens, Rockwell Automation R$ 10.000 - R$ 500.000+ Tecnologia de ponta, alta confiabilidade, certificações globais, extensa rede de suporte e P&D contínuo. Foco em TCO e inovação.
Tier 2 (marca regional/intermediária) WEG, Schneider Electric, Delta R$ 3.000 - R$ 100.000 Bom custo-benefício técnico, presença local forte, soluções robustas para aplicações específicas. Equilíbrio entre preço e performance.
Tier 3 (genérico/white-label) Marcas desconhecidas importadas (ex: 'OEM China') R$ 500 - R$ 5.000 Preço como único diferencial. Baixa rastreabilidade, suporte limitado, risco de falha precoce e falta de peças de reposição.

Outras Opções de Compra na Categoria

Opções relevantes disponíveis no mercado brasileiro para esta categoria. Cada alternativa é apresentada pelos seus próprios méritos e perfil de comprador.

  • Siemens Industrial Automation (Tier 1 (marca líder)) Ponto forte: Oferece um portfólio abrangente de CLPs, HMIs, inversores e softwares de automação com forte integração e ecossistema digital. 🎯 Perfil ideal: Posicionado para compradores que priorizam soluções integradas, inovação tecnológica e uma rede de suporte global robusta.
  • Rockwell Automation (Allen-Bradley) (Tier 1 (marca líder)) Ponto forte: Especializada em sistemas de controle e informação, com foco em automação discreta e processos contínuos, oferecendo alta confiabilidade e segurança. 🎯 Perfil ideal: Recomendado para operações que demandam alta performance, segurança intrínseca e um ecossistema de produtos e serviços focado na produtividade.
  • WEG Automação (Tier 2 (marca regional/intermediária)) Ponto forte: Fabricante brasileira com forte atuação em motores elétricos e soluções de automação, oferecendo bom suporte local e produtos adaptados ao mercado nacional. 🎯 Perfil ideal: Opção preferencial para quem busca um bom custo-benefício, suporte técnico nacional e produtos robustos para diversas aplicações industriais.

Alerta ao Consumidor: Equipamentos Genéricos (Tier 3)

Perfil das alternativas de baixo custo: Máquinas e componentes genéricos Tier 3 nesta categoria são tipicamente importados sem marca estabelecida, com foco exclusivo no preço. Caracterizam-se pela ausência de certificações de segurança (NR-10, NR-12), falta de rastreabilidade dos componentes, suporte técnico inexistente no Brasil e garantia não verificável.

Riscos de engenharia e segurança identificados:
  • ❌ Risco de falhas elétricas e curtos-circuitos devido a componentes de baixa qualidade e ausência de proteções adequadas, podendo causar incêndios ou acidentes.
  • ❌ Incompatibilidade com protocolos de comunicação padrão da indústria, dificultando a integração e a manutenção do sistema.
  • ❌ Vida útil significativamente reduzida e alta taxa de falhas (MTBF baixo), resultando em paradas de produção frequentes e imprevisíveis.

💡 Recomendação de compra: Para sistemas de automação industrial, evite a compra de componentes genéricos Tier 3 sem certificações verificáveis, suporte técnico local e garantia de peças. O custo inicial mais baixo não compensa os riscos de segurança, perdas de produção e o alto Custo Total de Propriedade (TCO) a longo prazo.

Perguntas para Fazer ao Fornecedor Antes de Comprar

Use este checklist de due diligence técnica antes de fechar qualquer pedido. Exija respostas documentadas — não apenas verbais.

  1. Qual o tempo máximo de resposta para falhas críticas (P1) conforme o SLA contratual?
  2. Existe estoque de peças de reposição críticas no Brasil ou dependemos de importação?
  3. Qual o lead time médio para entrega de peças de reposição não críticas?
  4. A equipe de suporte técnico possui certificação para atuar conforme a NR-10 e NR-12?
  5. O contrato de SLA inclui acesso a atualizações de software e firmware para os CLPs?
  6. Qual a cobertura geográfica do suporte técnico presencial e o tempo de deslocamento estimado?
  7. Há um portal online para abertura e acompanhamento de chamados e pedidos de peças?
  8. Quais são os indicadores de desempenho (KPIs) do SLA que são reportados periodicamente?

Erros Comuns de Especificação (Buyer Mistakes)

  • ⚠️ Subestimar a criticidade do SLA Compradores frequentemente optam por SLAs básicos para reduzir custos iniciais, sem considerar o impacto financeiro de paradas de produção prolongadas. A ausência de um tempo de resposta garantido para falhas críticas pode resultar em perdas de milhões de reais por hora em indústrias de processo contínuo. Como evitar: Realize uma análise de risco detalhada para cada equipamento, quantificando o custo de inatividade e dimensionando o SLA de acordo com a criticidade da operação.
  • ⚠️ Não verificar a disponibilidade local de peças Assumir que todas as peças estarão prontamente disponíveis pode levar a longos períodos de espera se o fornecedor não mantiver estoque local. Peças importadas sob demanda podem ter lead times de semanas ou meses, inviabilizando a rápida retomada da produção. Como evitar: Exija do fornecedor um inventário das peças críticas mantidas em estoque no Brasil e os respectivos lead times para peças não estocadas, com penalidades contratuais por atraso.
  • ⚠️ Ignorar a qualificação da equipe de suporte Um SLA pode prometer um tempo de resposta rápido, mas se a equipe técnica não tiver a qualificação ou o conhecimento específico do equipamento, o tempo de reparo (MTTR) pode ser excessivo, anulando o benefício do SLA. Como evitar: Solicite informações sobre a certificação e o nível de treinamento da equipe de suporte, bem como a experiência comprovada com os equipamentos específicos adquiridos.

Checklist de Instalação e Comissionamento

Verifique estes requisitos de infraestrutura antes do equipamento chegar ao local de instalação para evitar atrasos e custos extras.

Instalação Elétrica

  • Verificação da capacidade da rede elétrica e disjuntores 📋 Conforme ABNT NBR 5410 e requisitos específicos do equipamento (tensão, corrente, frequência).

Rede de Comunicação

  • Infraestrutura de rede industrial (Ethernet/Profibus/Profinet) 📋 Cabos blindados, switches industriais, endereçamento IP configurado e testes de conectividade.

Fundação e Estrutural

  • Base nivelada e com capacidade de carga adequada 📋 Verificar peso do equipamento e cargas dinâmicas, conforme projeto de engenharia civil.

Sistema de Ar Comprimido

  • Disponibilidade de ar comprimido limpo e seco 📋 Pressão e vazão conforme especificação do fabricante, com filtros e secadores adequados.

Segurança

  • Dispositivos de parada de emergência e proteções físicas 📋 Instalados e testados conforme NR-12 e normas de segurança aplicáveis.

Checklist de Conformidade Normativa Aplicável

NormaComponente / SistemaO que exige
NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Sistemas de automação e controle Exige que os sistemas de controle de máquinas garantam a segurança do operador, com dispositivos de parada de emergência e intertravamento adequados.
NR-10 — Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Painéis elétricos e Inversores de Frequência Estabelece requisitos e condições mínimas para garantir a segurança dos trabalhadores que interagem com instalações elétricas e serviços com eletricidade.
ABNT NBR IEC 60034 — Máquinas Elétricas Rotativas Motores elétricos (IE3/IE4) Define classes de rendimento e métodos de ensaio para motores elétricos, garantindo a eficiência energética e a conformidade com padrões internacionais.
ABNT NBR ISO 9001 — Sistemas de Gestão da Qualidade Processos de suporte e reposição de peças Estabelece critérios para um sistema de gestão da qualidade, assegurando que os serviços de pós-venda e a cadeia de suprimentos de peças atendam aos requisitos do cliente e regulatórios.
ABNT NBR IEC 60529 — Graus de Proteção (IP) Invólucros de CLPs, sensores e painéis Classifica o grau de proteção de invólucros contra a entrada de poeira e água, essencial para a durabilidade de componentes eletrônicos em ambientes industriais.

Eficiência Energética e Sustentabilidade

A eficiência energética em sistemas de automação industrial é crucial para a sustentabilidade e a redução de custos operacionais. A escolha de componentes e tecnologias eficientes impacta diretamente o consumo de energia e as emissões de carbono, alinhando-se a metas ESG corporativas.

Tecnologia / ConfiguraçãoConsumo RelativoEconomia Estimada
Motores com Inversor de Frequência (VFD) 20-50% menor que motores de velocidade fixa em carga parcial R$ 10.000 a R$ 50.000/ano para motores de médio porte, dependendo da carga e horas de operação.
Motores de Classe de Rendimento IE4 15% menor que motores IE3 Redução de 1-3% no consumo total de energia da planta, com payback em 2-3 anos.
CLPs com gerenciamento de energia Otimização do consumo de energia dos componentes conectados Redução de até 10% no consumo de energia de sistemas auxiliares controlados.

🌱 Relevância ESG: A adoção de tecnologias de automação com alta eficiência energética contribui diretamente para a redução das emissões de Escopo 2 (relacionadas ao consumo de eletricidade) e para o cumprimento de certificações como a ISO 50001 (Sistemas de Gestão de Energia), fortalecendo o perfil ESG da empresa.

Vida Útil Típica por Componente

📚 Referência: Tabela de Depreciação da Receita Federal (IN RFB 1700/2017) e literatura ABNT de manutenção industrial

Componente / SubsistemaVida Útil EsperadaObservações
CLP (Controlador Lógico Programável) 10 a 15 anos Reduzida em ambientes com alta temperatura, umidade ou vibração sem proteção adequada.
Inversor de Frequência 8 a 12 anos Impactada por picos de tensão, sobrecarga e condições ambientais severas.
Motores Elétricos (IE3/IE4) 15 a 20 anos Com manutenção preventiva adequada (lubrificação, alinhamento, balanceamento) e operação dentro dos limites nominais.
Sensores Industriais 5 a 10 anos Variável conforme tipo de sensor e exposição a agentes corrosivos, abrasivos ou vibração.

Quando Reformar vs. Quando Trocar: Framework de Decisão

Critério✅ Reforma / Retrofit🔄 Substituição
Custo acumulado de manutenção vs. valor de reposição Custo acumulado < 40% do valor de reposição de um equipamento novo equivalente. Custo acumulado > 60% do valor de reposição de um equipamento novo equivalente.
Disponibilidade de peças de reposição Peças críticas disponíveis em estoque nacional com lead time aceitável. Peças críticas obsoletas ou com lead time de importação superior a 4 semanas.
Eficiência energética da tecnologia atual Consumo energético ainda competitivo em relação às novas tecnologias. Tecnologia obsoleta com consumo significativamente maior (ex: motores sem VFD, CLPs de baixa performance).
Frequência de paradas não programadas (MTBF) MTBF real próximo ou superior ao MTBF esperado para a categoria. MTBF real < 50% do MTBF esperado, indicando falhas recorrentes e imprevisíveis.

💡 Orientação geral: A decisão entre retrofit e substituição em automação industrial deve ser baseada em uma análise de Custo Total de Propriedade (TCO), considerando não apenas o custo inicial, mas também a eficiência operacional, a disponibilidade de peças, o suporte técnico e o impacto na produtividade a longo prazo. Equipamentos com mais de 80% de sua vida útil típica e que apresentam custos de manutenção crescentes são fortes candidatos à substituição.

Glossário Técnico

SLA (Service Level Agreement)
Contrato que define o nível de serviço esperado de um fornecedor, incluindo métricas como tempo de resposta, tempo de resolução e disponibilidade de serviço.
MTBF (Mean Time Between Failures)
Tempo médio entre falhas, uma métrica de confiabilidade que indica o tempo esperado de operação de um sistema ou componente entre uma falha e a próxima.
Preditiva
Tipo de manutenção baseada no monitoramento contínuo de condições e desempenho de equipamentos para prever falhas e realizar intervenções antes que ocorram.
CLP (Controlador Lógico Programável)
Computador industrial robusto utilizado para automatizar processos eletromecânicos, como controle de máquinas em linhas de montagem ou dispositivos em parques de diversões.
Inversor de Frequência
Dispositivo eletrônico que controla a velocidade e o torque de motores elétricos, variando a frequência e a tensão da alimentação, otimizando o consumo de energia.

Perguntas Frequentes

Como a Krones garante o tempo de resposta do SLA para suporte técnico?
A Krones garante o tempo de resposta do SLA através de uma rede global de centros de serviço e equipes de suporte técnico especializadas, operando 24/7. Os contratos de SLA são estruturados com diferentes níveis de prioridade, que podem incluir suporte remoto imediato e envio de técnicos ao local em poucas horas, dependendo da criticidade do problema e do nível de serviço contratado. Isso é complementado por ferramentas de diagnóstico remoto que permitem uma análise preliminar rápida.
Qual a política da Krones para reposição de peças críticas?
A política da Krones para reposição de peças críticas envolve a manutenção de estoques estratégicos em centros de distribuição regionais e locais. A empresa assegura a disponibilidade de componentes essenciais, como módulos de CLP, Inversores de Frequência e sensores, com logística otimizada para entrega rápida. Peças originais Krones garantem a compatibilidade e a performance, minimizando o tempo de inatividade e mantendo a validade da garantia dos equipamentos.
A Krones oferece suporte para manutenção preditiva em seus sistemas?
Sim, a Krones oferece suporte abrangente para manutenção preditiva. Seus sistemas de automação são projetados para integrar sensores e softwares que monitoram continuamente o desempenho dos equipamentos. Isso permite a coleta de dados para análise de tendências, identificação precoce de anomalias e programação de intervenções antes que ocorram falhas. Este serviço visa maximizar o tempo de atividade e otimizar a vida útil dos componentes, como motores com Classe de Rendimento IE3/IE4.
Como a Krones lida com a obsolescência de peças em equipamentos mais antigos?
A Krones gerencia a obsolescência de peças através de programas de ciclo de vida do produto e estratégias de retrofit. Para equipamentos mais antigos, a empresa se esforça para manter a disponibilidade de peças de reposição pelo maior tempo possível. Quando um componente se torna obsoleto, a Krones oferece soluções de atualização e modernização, permitindo que os clientes substituam módulos específicos por versões mais recentes e compatíveis, estendendo a vida útil do sistema e incorporando novas tecnologias.


Conclusão

A garantia de um SLA robusto e a eficiente reposição de peças são pilares da oferta de valor da Krones para a automação industrial. Ao investir em uma rede de suporte global, logística otimizada e programas de manutenção preditiva, a Krones assegura que seus clientes mantenham a máxima disponibilidade e performance de seus equipamentos. Para mais informações sobre as melhores práticas em manutenção e especificação de componentes industriais, consulte o IndustrialSpecs.


Leia Também